quarta-feira, 24 de junho de 2009

Dinamica " Entrar na conversa"

Objectivo: percepcionar como é que é entrar num grupo de conversa já formado"

Descrição: Um dos elementos do grupo sai da sala enquanto que os restantes, definem um tema de conversa e o seu papel sentando-se numa mesa a discutir esse tema. Após 5 minutos, já com a conversa desenvolvida, entra na sala o elemento que ficou à parte, sentando-se na mesa. Aí cada um dos elementos deverá desempenhar o seu papel, um deles acolhe o novo elemento, outro não o deixará falar e os outros têm de se manter contra tudo aquilo que ele diz.



Ora esta dinâmica foi bastante divertida para o grupo e deu sobretudo para ter percepção de que a integração de um novo elemento num grupo não é fácil, sobretudo quando este grupo não está numa fase inicial de formação. O elemento do grupo que entrou mais tarde sentiu tal facto na pele. Como a conversa já ia a meio, ele acabou por se sentir baralhado sobretudo porque um dos elementos não o deixava falar pois achava que aquilo era uma conversa de grupo e como ele não pertencia ao grupo e não tinha assistido ao inicio da conversa, não valia a pena dar a sua opinião pois esta não seria válida. Quando conseguia intervir, tudo era contra ele.
Podemos pois concluir que a integração de um elemento num grupo nem sempre é facilitada sobretudo se este for coeso e em que todos tenham definidos bem os seus papéis. Quando alguém pretende infiltrar-se num grupo nem sempre é ouvido pois irá sempre ser tratado como um novato que ainda não tem interiorizadas as normas e os objectivos do grupo e por isso a sua opinião muitas vezes apesar de ouvida acaba por ser dispensada.
Enquanto grupo tal nunca aconteceu connosco porque já nos conhecemos há imenso tempo e também já funcionamos como grupo de trabalhos diversas vezes no entanto temos consciência que se alguém quisesse entrar no nosso grupo, a integração não iria ser fácil pois já temos dentro do nosso grupo um determinado ritmo de trabalho, determinadas normas que poderiam ter de sofrer alterações caso um colega quisesse entrar neste momento no grupo.

CONCLUSÃO: muito dificilmente grupos bastante coesos integrarão de forma fácil e adequada um novo elemento desconhecido

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Dinâmica " E tu que animal és?

Objectivo: Compreender como é que os outros nos vêem

Participantes: 6

Material: papel e caneta

Descrição: cada um dos participantes escreve o seu nome num papel e junta em cima da mesa os papéis já dobrados. Após isto cada participante tira um papel que corresponda a outro elemento do grupo e vai ter de associar essa pessoa a um animal e escrever o nome desse animal numa outra folha.
Seguidamente, juntam-se os papéis com o nome dos animais em cima da mesa e um a um, o grupo vai discutir as características desse animal.
Por fim, em conjunto todos terão de chegar a um consenso quem é cada um dos animais, acabando o elemento que tinha associado o animal a uma pessoa por dizer se realmente estão todos correctos ou não.

Esta dinâmica foi agradável pois serviu para que a nossa "arena" aumentasse. A associação dos nomes às pessoas, no fim, não foi tão fácil quanto aquilo que esperávamos, talvez por apesar de sermos muito diferentes, termos também muitas características iguais. Como grupo foi importante realizar a dinâmica para ficarmos também a saber o que os nosso colegas vão achando de nós. Pensamos pois, que ao longo do semestre conhecemo-nos cada vez mais e a cumplicidade nestas actividades é cada vez maior o que favorece também a coesão grupal.

quinta-feira, 9 de abril de 2009

Historinha Clínica

Dinâmica: Historinha Clínica

Objectivo: Treinar a memorização, a atenção ao que o outro diz, cooperar numa tarefa;

Procedimento: Todos devem estar posicionados em circulo de forma a que todos se possam ver. O organizador da dinâmica deve ter nas mãos um objecto pequeno e direccionado a todos deve começar a história dizendo: este é o Senhor ... Em seguida deve passar o objecto à pessoa ao seu lado que deverá acrescentar mais um promenor à história clínica. Sempre repetindo tudo o que foi dito. (Ex: este é o senhor Gomes, casado ...), e assim sucessivamente, até que alguém erre a ordem da história, pagando assim uma prenda (simbólica) à escolha do grupo (limite estabelecido anteriormente).

Recompensa escolhida: um café;

Objecto escolhido: um espelho.


Os principais objectivos da dinâmica proposta era treinar a memorização, a atenção ao que o outro diz e por isso fizemos um minuto de silêncio para que fosse mais fácil concentrarmo-nos para a pôr-mos em prática. Este minuto foi cumprido apesar de estarmos nos claustros da faculdade e haver muito ruído, contudo os sorrisos de cumplicidade entre os elementos do grupo foram inevitáveis! Para realizar a dinâmica seguimos as instruções indicadas pela professora e colocamo-nos em círculo para facilitar a comunicação entre nós e escolhemos também a recompensa, que seria dada pelo elemento que falhasse, tal como o objecto que iria servir para a dinâmica, sendo este um espelho.



video


Como é visível no primeiro vídeo a primeira vez que fizemos a dinâmica não correu da forma como esperávamos por diversas razões: o local não era o mais apropriado pois havia barulho à nossa volta, um dos elementos acrescentou muitos pormenores ao objectivo dificultando assim o trabalho dos outros elementos e ainda o facto de um dos elementos não estar com os seus níveis de concentração muito apurados, falhando sempre que o objecto chegava a ele. Posto isto, decidimos que poderia ser mais benéfico realizar a dinâmica começando-a do lado inverso!




video

Como podemos observar, as falhas aconteceram apenas no último elemento que acabou por se baralhar com os diversos aspectos que tinham sido referidos em relação ao Sr. Espelho.

Como forma conclusiva podemos ainda salientar que nenhum dos elementos pensou na recompensa estipulada previamente, havendo apenas um dos elementos que numa das vezes tentou dificultar o trabalho dos outros e de referir ainda que a história foi tendo algumas hesitações pelo meio ficando bloqueada por momentos.


terça-feira, 7 de abril de 2009

auto retrato =)

Actividade do auto – retrato:
Durante esta actividade, todos os elementos do grupo durante cerca de 3 minutos fizeram um desenho com características que fossem de si próprias. No fim todos os desenhos foram misturados e cada um de nós aleatoriamente seleccionou um para identificar a quem pertencia. Tal não foi difícil porque somos um grupo com grande proximidade o que nos permitiu uma fácil e rápida identificação de cada um dos desenhos. Outro factor que influenciou a facilidade foi o tamanho do grupo ser pequeno.

Aqui ficam algumas fotografias alusivas a esta actividade!



.

As cadeiras!

Actividade das cadeiras:
Esta actividade suscitou muita discussão devido às dificuldades que cada um sentiu no papel que assumiu em cada uma das cadeiras. De realçar o facto de que colocamos as cadeiras em forma circular para que o contacto entre os elementos fosse mais próximo.
• No caso da cadeira 1, era suposto que quem nela se sentasse fizesse perguntas aos restantes sobre as mais diversas coisas mas sem nunca se manifestar acerca de si próprio. Quem se sentou nesta cadeira sentiu pois muita dificuldade em não poder emitir opiniões em relação a si, especialmente quando se identificava em algumas respostas por parte dos outros elementos. Concluímos portanto que a comunicação entre os elementos é boa, havendo sempre uma vontade expressa de partilhar gostos, opiniões e hábitos entre nós, o que nos permite estar mais á vontade no grupo;
• Na caso da cadeira 2, quem nela se sentasse teria de ouvir as opiniões que os restantes membros tinham sobre ela expressando opiniões do tipo “ sinto que tu…” e a pessoa sentada na cadeira apenas poderia ir fazendo perguntas sem nunca poder justificar aquilo que era dito por parte dos outros elementos e por isso quem nela estava sentada acabou por se sentir mais contraída e desconfortável pois não poderia dizer se concordava ou não, apesar da vontade se manifestar ainda em algumas situações. Esta atitude acabou por fazer com que nem perguntas fossem feitas. Concluímos pois que nuca é fácil “ouvir e calar” e que no trabalho de grupo também não o será a menos que fiquemos muito desconfortáveis;
• No caso da cadeira 3, em que quem nela se sentasse teria de falar qualquer coisa característico de si própria, o elemento que nela se sentou sentiu dificuldade em falar de si própria focando mais os seus comportamentos mais negativos para se justificar não mencionando alguma qualidade;
• O elemento da cadeira 4 teria de se colocar no papel do sujeito que se tinha sentado na cadeira 3, no entanto o que aconteceu foi que o elemento da cadeira 4 reforçou o discurso do elemento da cadeira 3, tentando colocar nos defeitos identificados e justificados na cadeira 3 como sendo uma qualidade do individuo.


Foi uma actividade que levantou muita discussão após estar realizada para reforçar tudo aquilo que tinha sido feito bem e aquilo que não tinha corrido assim tão bem.
Futuramente pretendemos realizar de novo a tarefa alternando os elementos das várias cadeiras para poder tirar novas conclusões porque todos somos diferentes nos vários papeis que temos de assumir.

domingo, 5 de abril de 2009

ACTIVIDADE " A minha Janela de Johary"

Com este exercício tenta-se que os estudantes de cada grupo se conheçam melhor, individualmente e colectivamente, para se organizarem como o “Grupo de Trabalho”. Tendo presente a Janela de Johary, pretendia-se que cada um de nós construi-se a sua própria janela e a debate-sem em grupo.
A janela de Joahry tem 4 áreas: uma primeira que diz respeito áquilo que eu conheço de mim e que também dou a conhecer aos outros, uma outra área referente a uma área que conheço de mim mas que os outros desconhecem, mais uma área que aponta aquilo que os outros vêem em mim mas eu nao conheço e ainda uma última área que se refere a tudo aquilo que eu não conheço em mim mas os outros também não conhecem.
Terminada a tarefa dentro dos possiveis realizamos um relatório que dá conta de tudo aquilo que achamos ser importante no debate desta actividade.

" Depois de realizadas as janelas de Joary discutimos em grupo as características de todos os elementos do grupo que tinham sido assinaladas na Janela de Joary realizada.
Podemos então ver que apesar de existirem características que não conhecíamos uns dos outros, e por isso nos surpreendemos um pouco, a maioria delas não constituíram novidade para nós pois para além de termos um relacionamento pessoal próximo já tínhamos trabalhado juntos em trabalhos anteriores, o que facilita e muito a coesão do grupo.
Na área da mancha cega, as características que os outros vêem em nós mas que nós não conseguimos reconhecer em nós próprios, acabámos por mais uma vez nos surpreender com todas aquelas características que os nosso colegas sempre viam em nós enquanto pessoas e enquanto membros do grupo de trabalho e que nós desconhecíamos ter.
Na área da Fachada, no geral foram indicados poucos aspectos porque esta área está mais relacionada com as vivências mais intimas de cada um de nós e por isso não se torna tão fácil denunciar muito aspectos perante um grupo de pessoas que apesar de nossas conhecidas possuem graus de relação diferentes para cada um de nós. Em detrimento desta área temos uma área designada de “Arena” que foi a mais preenchida e também a mais discutida entre nós a fim de concordarmos ou não com aquilo que era dito, levando-nos pois a concluir que existe uma boa comunicação entre o grupo. Na área da mancha cega, as características que os outros vêem em nós mas que nós não conseguimos reconhecer em nós próprios, acabámos por mais uma vez nos surpreender com todas aquelas características que os nosso colegas sempre viam em nós enquanto pessoas e enquanto membros do grupo de trabalho e que nós desconhecíamos ter.
No que respeita ao quadrante referente ao “ Desconhecido” até agora não conseguimos preencher nenhum aspecto mas acreditamos que ao longo do tempo irão surgir características nesta área.
Esta dinâmica permitiu-nos conhecermo-nos um pouco melhor apesar de já nos conhecermos suficientemente bem tanto em termos de trabalho como em termos pessoais embora nos tivéssemos acabado por surpreender com alguns aspectos que foram referidos enquanto discutíamos as nossas características. Acreditamos que ao longo do tempo de trabalho iremos progredir como grupo e portanto possuirmos mais conhecimentos uns dos outros. Esta progressão poderá influenciar o nosso trabalho positivamente. No inicio da tarefa pareceu-nos ser uma tarefa bastante acessível no entanto ela não se mostrou assim tão fácil pois o mais fácil foi mostrar feedback em relação aos outros membros do grupo e bloquearmos um pouco quando se tratou de reconhecer algumas das nossa características."